jan 01

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Resolvi aproveitar o final de ano para dar uma olhada no Fifa 09 e no Pro Evolution Soccer 2009 e ver o que Electronic e Konami (respectivamente) haviam preparado para os jogadores de PC. E a decepção foi grande. Parece que as duas softwarehouses resolveram concentrar seus esforços na versão para os consoles (XBox 360, Playstation 3, etc.)  e deixar os PCs um tanto de lado.

Os gráficos dão a nítida impressão de que poderiam ser melhores. Não vi o gráfico dos consoles, logo não sei dizer se são piores ou melhores, mas sei que para um PC do final de 2008 o negócio poderia ter sido melhorzinho. E não foi por falta de poder de processamento, já que uma GE Force 8800GT (há mais de um ano no mercado), roda ambos em 1680×1050 com tudo no máximo e 60fps constantes. O Pro Evolution Soccer 2009 tem como opção de aspecto: 4:3 ou 16:9, ou seja, ignoraram o fato que a maioria dos monitores widescreen é 16:10, e assim esses jogadores tem de selecionar 4:3 e aturar faixas nas laterais na tela, ou selecionar 16:9 e aturar pequenas faixas em cima e embaixo na tela. Também é possível não usar o letterbox, mas uma imagem esticada é ainda pior. Vale lembrar que nas TVs não existe 16:10, já que todas são 4:3 ou 16:9, mais um forte indício de que o jogo foi feito para videogames e mal adaptado para PC.

Mas a decepção maior é com os controles de jogo, ambas as softwarehouses a Electronic Arts simplesmente assumiram assumiu que todos que jogam no PC tem um joystick de XBox 360. É muito bom que ambas tenham resolvido dar suporte ao XInput, mas é lamentável que o suporte ao bom e velho DirectInput tenha sido deixado tão de lado. Eu jogo com um joystick de Playstation ligado ao PC através de um adaptador USB de Playstation 1/2 para PC, com ele consigo configurar perfeitamente todos os botões em praticamente todos os jogos, incluindo Pro Evolution Soccer 2008 onde o joystick “padrão” é justamente um joystick de Playstation, onde é possível associar corretamente todos os botões usando o adaptador USB ou um dos inúmeros clones de controle de Playstation disponíveis no mercado, mas no Pro Evolution Soccer 2009 a situação foi diferente, até consegui mapear todos quase todos os botões do joystick de Playstation para o de XBox 360, mas o direcional digital (D-Pad) fica com suas 4 direções necessariamente com a mesma função dos botões quadrado, triângulo, círculo e X, não há como configurá-los de maneira independente, o que era possível no PES 2008 e muitos outros jogos. No Fifa 09 a situação é ainda pior, nele só dá pra configurar quadrado, triângulo, círculo, X, L1, L2, R1, R2 e os direcionais analógicos. É impossível configurar Select, Start, o D-Pad e os botões dos direcionais analógicos. E faz falta? Sim, porque a EA resolveu usar mais botões ainda, joguei apenas duas vezes, mas ainda não entendi pra que servem os botões de passe, cruzamento, etc. quando estamos na defesa, ou seja, há um botão diferente para dividir, dar carrinho, etc., diferente do PES onde os botões tem funções diferentes no ataque e na defesa. Tudo bem que isso pode ser um ponto positivo, já que no PES as vezes damos um carrinho violento ao tentar fazer um cruzamento mas perder a bola no instante exato, mas daí a exigir que todo mundo tenha um joystick com quase 20 botões já é exagero, nem o joystick de XBox 360 parece ter tantos botões para satisfazer o Fifa 09, ainda preciso descobrir com fica isso no joystick do Xbox 360. Existem gambiarras envolvendo o registro do Windows para que o Fifa 09 acredite que seu controle é um dos que ele aceita, e aí o negócio funciona, mas é muito chato ficar dependendo de gambiarra porque a EA não fez o trabalho dela direito.

Enfim, para jogar Fifa 09 e PES 2009 decentemente parece que a solução é adquirir um joystick de XBox 360, já que até nos menus dentro do jogo é ele quem aparece, mais uma vez a Microsoft usou a vantagem que tem ao ser a fabricante do XBox 360 e do Windows Vista para impor mais um de seus padrões. Se por um lado é positivo que haja uma interface única para facilitar a vida dos desenvolvedores (principalmente os que desenvolvem simultaneamente para consoles), por outro é lamentável que o suporte ao DirectInput tenha sido deixado de lado tão rapidamente, deixando a ver navios todos os jogadores que vinham usando outros joysticks muito bem até agora.

Editado: na verdade o PES 2009 pode ser jogado perfeitamente com o joystick de Playstation (da mesma forma que o 2008), era apenas um problema na configuração do joystick no próprio Windows, porém as reclamações quanto ao Fifa ficam mantidas.

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nov 28

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O Guitar Hero da Activision todo mundo já conhece, tem versões para Playstation 2 e 3, Wii, X-Box 360, Nintendo DS e até uma versão meia-boca para PC, que foi desenvolvida pela Aspyr, além de versões para celulares. É o jogo mais famoso dos últimos tempos e seu estilo já gerou similares como o Rock Band (que foi o primeiro a incluir outros instrumentos e o original teve que correr atrás), o Guitar Legends / Guitar Tour nos celulares (que em diversos aspectos ficou melhor que o original), o prometido e adiado Guitar Rising (que usa uma guitarra de verdade), e a novidade agora é o Guitar Praise.

O Guitar Praise é um Guitar Hero apenas com músicas gospel, lançamento excelente para jogadores e pais cristãos que se preocupam com o conteúdo das letras das músicas que seus filhos estão ouvindo incessantemente, e que acabam não saindo da cabeça.

Dentre as principais características estão:

  • Você começa com uma guitarra, mas pode ganhar pontos para “comprar” o seu baixo e tocar as notas do baixo;
  • Níveis de dificuldade: Easy, Medium, Hard, Expert, que assim como no Guitar Hero tem como diferença a quantidade e dificuldade das notas e número de botões usados;
  • Nos níveis mais difíceis aparecem solos bem rápidos, que podem ser tocados apenas pressionando os botões da escala;
  • O volume das guitarras pode ser ajustado na própria guitarra;
  • A letras das canções aparece na tela;
  • O jogo começa com 5 músicas, as demais você vai destravando conforme joga, num total de 52 músicas e mais uma música de aquecimento;
  • Número ilimitado de perfis, ranking de pontuações, “comprar” novos equipamentos, tudo está no jogo;
  • Ranking online das melhores pontuações, se você conseguiu um score alto, pode publicá-lo também;
  • Opção para destros e canhotos;
  • No modo duelo é possível enviar “poderes” para surpreender o adversário, jogando fumaça, quebrando as cordas, etc.

No site oficial é possível ouvir trechos das músicas disponíveis, além da listagem completa de artistas, músicas e albuns disponíveis, que incluem (em ordem alfabética): 12 Stones, Bride, Casting Crows, Darrel Evans, David Crowder Band, Day of Fire, DC Talk, Family Force 5, Flyleaf, Hawk Nelson, Inhabited, Israel & New Breed, James Clay, Jared Anderson, Jennifer Knapp, Jonah33, Josh Bates, Kutless, Lincoln Brewster, Nate Sallie, Nevertheless, Newsboys, Paul Baloche, Petra, Pillar, Red, Relient K, Seventh Day Slumber, Skillet, Spoken, Spur 58, Superchick, The Pit, This Beautiful Republic, Thousand Foot Krutch, tobyMac, Todd Agnew, Warren Barfield e Whitecross.

Pra mim faltou Third Day, Hillsong, entre outras :( E claro, também não tem nenhuma nacional, mas quem sabe alguma softwarehouse não se interessa em lançá-lo por aqui com uns extras nacionais? Difícil, mas não impossível.

O jogo por enquanto é apenas para PCs com Windows e Mac. O jogo (incluindo uma guitarra) tem preço sugerido de 99 dólares, mas já está custando um pouco menos em algumas lojas. Ainda não há notícias de que será lançado no Brasil, então por enquanto apenas importações. Também parece que as guitarras de Guitar Hero e Rock Band são incompatíveis com ele, mas isso é especulação, seria interessante se todos os fabricantes entrassem num acordo para fazer uma interface comum para esses controles.

É um lançamento bem interessante, mas eu ainda aguardo ansioso pelo Guitar Rising e a possibilidade de jogar com uma guitarra de verdade.

Abaixo um vídeo do Guitar Praise:

YouTube Preview Image

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nov 24

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Escrevi recentemente no blog sobre o novo Master System 3 da Tec Toy e falei rapidamente sobre o Mega Drive modelo “sanduicheira” no post sobre os 20 anos do Mega Drive. Mas só nesse final de semana tive oportunidade ver os dois pessoalmente em uma loja. Ambos são extremamente leves, o Mega Drive é menor do que parece na foto, o acabamento do plástico é bem tosco, parece brinquedo de loja de R$ 1,99, não tem nem comparação com os modelos antigos que eram muito bem construídos, e o peso denuncia que internamente ele deve ser bem diferente do que era, muito provalmente quem chutou que é apenas um celular modificado e com um emulador de Mega Drive deve ter acertado.

Já o Master System é grande, porém também é bem leve, apenas uma fração do peso do modelo original, o que também aponta para modificações sinistras. Dentro daquela caixa deve se esconder uma plaquinha bem pequena, semelhante ao que aconteceu com os últimos clones de Atari que surgiram por aqui, tipo aquele Dactar com uma caixa enorme e que dentro era só uma plaquinha, ou ainda os NES que estão por aí até hoje e que usam os “NES On a Chip”, um NES inteirinho empacotado dentro de um único chip.

Concluo dizendo que eu não compraria um videogame desses de jeito nenhum, e reafirmo meu pedido à Tec Toy para que lance novamente o Mega Drive e o Master System com seus designs clássicos, inclusive dos joysticks, com entrada para cartucho, e de preferência com um preço que não seja quase o de um Playstation 2. É praticamente impossível de acontecer, mas creio que agradaria muito mais os fãs dos consoles, e não venderia apenas para os pais desinformados comprando o primeiro videogame pro filho como acontece com esse “Mega Drive” (com aspas por favor) com design “tentativa frustrada de ser legal igual ao Wii”.

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out 29

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Cartucho do Ayrton Sennas Super Monaco GP II, preciosidade da época (1992) que tenho até hoje

Cartucho do Ayrton Senna's Super Monaco GP II, preciosidade da época (1992) que tenho até hoje

O Mega Drive, console de maior sucesso da Sega, completou 20 anos de existência, desde seu lançamento em 29 de outubro de 1988. Naqueles tempos eu ainda jogava Atari (provavelmente graças a maldita reserva de mercado, que deixa resquícios até hoje), iria passar pelo Master System alguns anos depois e finalmente chegar no Mega Drive (na verdade um Sega Genesis americano) por volta de 1991 ou 1992 (está difícil de lembrar), mas ele veio com o Sonic, então certamente foi em 1991 ou depois. Me diverti bastante com clássicos como Sonic, Sonic 2, e todas as demais versões, Ayrton Senna’s Super Monaco GP II, Streets of Rage (todos também), Revenge of Shinobi, Shadow Dancer, QuackShot, Gaiares, Kid Chameleon, Mickey Mouse in the Castle of Illusion e Out Run, só para citar alguns de meus favoritos.

O Mega Drive, juntamente com o Master System, o Atari 2600 e o Super Nintendo, fizeram parte de minha infância. A molecada de hoje, acostumados com Playstation 2, X-Box e afins riem dos gráficos e sons desses consoles clássicos, mas no quesito diversão eles sem dúvida deixam muitos jogos dos consoles recentes para trás, mesmo com toda a inferioridade técnica. E quanto mais eu vejo os jogos modernos, mais saudade sinto dos bons e velhos jogos de plataforma.

O UOL jogos fez uma matéria muito boa sobre os 20 anos do Mega Drive, falando desde o seu antecessor Master System que não teve muito sucesso no Japão e EUA frente ao Nintendo, apesar de ter tido bastante sucesso na Europa e no Brasil. Chegando ao Mega Drive, fala dos primeiros jogos que eram conversões e continuações de jogos de Arcade, onde a Sega dominava. Depois a briga pelo mercado dos EUA com o Super Nintendo, com a Sega tendo a vantagem de ter chegado na frente e contar com clássicos como Sonic e jogos estampados por celebridades como o Moonwalker com Michael Jackson, Knockout Boxing com James Buster Douglas e Super Monaco GP II com Ayrton Senna.

A matéria também fala do relativo fracasso comercial dos acessórios do Mega Drive, como o Sega CD (que até que vendeu bem) e o 32X (esse sim um belo fracasso), além de falar da trajetória do Mega Drive no Brasil, lançado pela Tec Toy e tendo por muito tempo concorrência apenas do Super Nintendo contrabandeado, já que a Nintendo só chegou por aqui oficialmente com a Playtronic, muito mais tarde.

A matéria só ficou devendo uma crítica maior à versão atual do Mega Drive, produzido pela Tec Toy, em sua versão sanduícheira, que só faltou o George Foreman para estampar a capa, apenas como jogos na memória, sem slot de cartucho, com design tanto do console quanto dos controles totalmente despersonalizado, além de um processador que suspeita-se não ser mais o mesmo, devido à lentidão em alguns jogos. Há até quem diga que o console apenas emula o Mega Drive hoje, já que ele também é capaz de rodar jogos adaptados de celulares, então é possível que o Mega Drive atual seja um processador de celular com máquina virtual Java para rodar os joguinhos de celular da Eletronic Arts (Fifa 2008™, Need for Speed Pro Street™, The Sims 2™ e Sim City™) e um emulador para rodar os jogos de Mega Drive. Mas essas especulações somente a Tec Toy, ou alguém que tiver coragem de gastar dinheiro com isso e der uma boa fuçada, podem responder.

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ago 14

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A Tec Toy disponibilizou em seu site a ficha técnica e manual do “novo” Master Sytem 3, com isso é possível especular um pouco mais sobre os joysticks: tudo indica que são mesmo joysticks de Mega Drive, com botões A, B, C, X, Y, Z e Start, além do direcional. Segundo o manual, apenas os botões A, B e C são usados nos jogos, o que é um tanto estranho, visto que o Master System original e todos os jogos da Sega usam apenas 2 botões. Talvez aqueles jogos precários da Tec Toy utilizem um terceiro botão, mas acho muito pouco provável. O manual também informa que o RESET é obtido pressionando X, Y e Z simultaneamente (a única função desses 3 botões), o que é um tanto esquisito, mas pelo menos compensa a falta do botão RESET, eliminado no lançamento do Master System III. O manual também informa que a versão atual do Master System não aceita os joyticks das versões anteriores, o que é um tanto estranho, qual seria a explicação pra isso? Pela minha experiência com o Master System II (com design original) da Tec Toy, ao ligar um controle de Mega Drive os botões B e C corresponderão aos botões 1 e 2 do Master System, respectivamente, enquanto que A e Start ficam sem função. Além disso o controle de Mega Drive não permite pressionar o direcional no meio (ativando todas as direções ao mesmo tempo) como o de Master System, e assim impede alguns truques, como aquele do Jogso de Verão (Califónia Games), na modalidade half-pipe (skate) onde é possível pegar impulso simplesmente pressionando o botão do meio sempre, em vez de pressionar para baixo na descida e para cima na subida.

Os joyticks felizmente ainda são removíveis, a Tec Toy ainda não fez a mesma besteira que a Polyvox fez quando quis cortar os custos do Atari 2600 e lançou uma versão porca com em que os joysticks não tinham plug, e não podiam ser desconectados do console, a cada torre quebrada (o que era bem comum) era preciso levar o console inteiro pra assistência técnica, ou comprar a torre e trocar em casa. O plug do joystick do novo Master System 3 também é ainda o herdado do console original, que por sua vez foi herdado do Atari, uma curiosidade: o joystick original do Master System pode ser usado no Atari, o botão 1 faz a função do único botão do Atari, e o botão 2 fica sem função. Com o Joytick do Master no Atari dá para acessar um bug no jogo Frontline, ao pressionar o direcional simultaneamente para cima e para baixo (algo que não é possível no joystick do Atari a menos que você o desmonte) o soldado se transforma em algo esquisito parecido com um tanque (um sprite bugado), aí é só aguardar chegar um soldado inimigo, levar um tiro e usar o comando para saltar de dentro do tanque quando ele é atingido (não me lembro exatamente qual o comando), assim o soldado salta do tanque e passa de fase automaticamente. Da mesma forma é possível usar o joystick do Atari no Master System, nesse caso o único botão corresponderá ao botão 1 do Master System, e você fica sem o botão 2, ou seja, só dá pra jogar os jogos que só usem o botão 1 ou que ambos tenham a mesma função, eu usava para jogar Paper Boy, já que esse a agilidade extra no direcional que o joytick de Atari oferece melhorava o meu desempenho. Só pra citar mais um clássico: também dava pra jogar Sonic, que também tem os dois botões com a mesma função. Ah, e também dava pra colocar o joystick do Mega Drive no Atari (botão B correspondendo ao único botão) e o do Atari no Mega Drive (único botão correspondendo ao botão B), mas vou deixar esse assunto para outro post e voltar ao foco deste artigo que é o novo Master System 3. (Será que eu faço parênteses demais? :))

No lançamento do Master System II japonês/americano (III no Brasil) foram eliminados alguns ítens para baratear o custo de produção, dentre eles a entrada de óculos 3D e o botão RESET, o que era bastante lamentável. Agora no novo Master System 3 a Tec Toy resolveu sumir também com o botão PAUSE, será que o botão START do joystick servirá de PAUSE? O manual não diz nada e isso não é um bom sinal, porém não dá pra jogar Alex Kidd in Miracle World, já que o botão de pausa permite a seleção de ítens. Se confirmado que o START fará a função do PAUSE essa poderá ser a explicação de porque os joyticks de modelos anteriores não poderão ser usados, já que não haveria nenhuma forma de acessar o PAUSE, ou talvez seja realmente uma modificação na funções de cada pinos.

O consumo de energia do novo console parece ter diminuído de 3W no modelo antigo para 1,7W. Fonte mais eficiente? Mudanças internas no circuito? Não mudou nada e só corrigiram a ficha técnica? Não sei responder.

Na parte traseira do console existe a saída de áudio e vídeo utilizando cabos RCA, o vídeo é composto e audio é mono (apenas um canal), o que também é esperado já que o gerador de som do Master System original também é mono. Não existe saída de RF, o que não deve ser um problema já que todas as TVs dos (pelo menos) últimos 15 anos tem entrada de vídeo composto. Não há saída S-Video, Video Componente ou HDMI :), mas estranho seria se houvesse.

As dúvidas que ficaram sem resposta aqui eu encaminhei para a Tec Toy e espero que eles respondam, essas foram as dúvidas que encaminhei:

  1. O console não tem botão PAUSE, o START do joytick faz essa função? Se não fizer, como jogar Alex Kidd in Miracle World que precisa do botão de pausa para selecionar ítens?
  2. O manual diz que os joyticks de modelos anteriores não funcionam no console novo, por que? Mudaram a função de cada pino ou é apenas pela falta do botão START? (caso ele seja usado para pausar)
  3. O manual diz que os botões A, B e C são usados durante os jogos, mas o Master System original tem apenas dois botões e todos os jogos da Sega também usam apenas dois botões, para que serviria o terceiro botão?
  4. O consumo do modelo anterior era 3W e o atual é 1,7W. O que mudou? Fonte mais eficiente? Modificação no circuito interno? Apenas uma correção na especificação técnica?
  5. Por que a Tec Toy não relança o Master System clássico, em seu modelo original, em uma edição para colecionadores? Poderia incluir o slot de cartuchos, óculos 3D e pistola light phaser no pacote. Ou quem sabe até um slot para cartões SD onde poderiam ser colocados facilmente todos os jogos do console, já que a Tec Toy aparentemente não tem mais interesse em comercializar cartuchos.”

Vamos ver se irão responder, qualquer novidade colocarei aqui.

Update: A Tec Toy demorou (2 semanas) mas respondeu:

“Prezado Sr. Fabrício,

1) Sim, o botão START do joystick funciona também com a função PAUSE. Você pode usá-lo tranquilamente para selecionar itens durante o seu jogo.
2) Sobre os joysticks mais antigos, a incompatibilidade se dá apenas pelo botão START.
3) Ainda nos joysticks, as funções dos botões A e B são as mesmas, e o jogador pode optar por aquele que for mais cômodo.
4) Quanto ao consumo de energia: o novo Master System possui uma nova CPU, mais econômica, que garante esse menor consumo.
5) Sobre a sua sugestão para lançar uma versão para colecionadores, trata-se de uma boa idéia, que será encaminhada para o departamento responsável.”

Atenciosamente,
SAC
Serviço de Atendimento ao Consumidor
3018-8080
www.tectoy.com.br

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ago 12

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Master System 3Após mais de 20 anos do lançamento do primeiro Master System a Tec Toy resolveu relança-lo com um novo design. O “novo” console foi batizado de “Master System 3″, o que é um tanto estranho, visto que o nome “Master System 3″ já é usado pela Tec Toy desde os anos 90, quando ela lançou o modelo mais compacto de Master System (que a Sega lançou no Japão como “Master System 2″, mas aqui levou o número 3 porque a Tec Toy já havia chamado de “Master System 2″ o modelo original após a substituição de “Hang On” / “Safari Hunt” da memória pelo “Alex Kidd in Miracle World”. Se ela mudou de 1 pra 2 apenas por trocar o jogo da memória, e de 2 pra 3 quando mudou o design, seria mais natural que com essa nova mudança de design ela o batizasse de “Master System 4″, mas não foi o que aconteceu.

O “novo” Master System 3 conta com 131 jogos na memória, o que não é novidade, pois o último modelo de Master System, chamado “Master System Collection” e ainda inspirado no 2 japonês, porém com uma cor ridícula e sem slot de cartuchos, já tinha 131 jogos na memória. Dentre os 131 jogos na memória estão inclusos clássicos como: “Sonic the Hedgehog”, “Alex Kidd in the Miracle World”, “Alex Kidd in Shinobi World”, “Golden Axe”, “Shinobi” e “Shadow Dancer”, mas infelizmente também estão inclusas aquelas porcarias semi-educativas que a Tec Toy mesmo criou e que só servem pra fazer número. Veja a lista completa no final do post.

Os joysticks mantém o novo design semelhante (ou igual?) ao de Mega Drive, com 6 botões, nunca vi um joystick desses pessoalmente e não sei dizer pra que servem tantos botões se o Master System original e todos (?) os seus jogos usam apenas 1 ou 2 botões. Se alguém souber por favor comente.

Não é dessa vez que a Tec Toy resolveu agradar os fãs nostálgicos do console, pois o novo design nada lembra o console original e tem como maior falha não contar com slot para cartuchos, o que limita os compradores aos jogos da memória, ou seja, nem pensar em jogar um “Castle of Illusion”, um “Psychic World” ou um “Phantasy Star”, só para citar alguns de meus favoritos. Pistola Light Phaser e Óculos 3D obviamente nem pensar também. Vale lembrar que os cartuchos de Master System e seus acessórios já não são mais comercializados pela Tec Toy há muito tempo, mas é fácil encontrar vários deles no Mercado Livre ou em locadoras querendo limpar as prateleiras, já que ninguém os aluga mais.

O console tem sistema PAL-M (obviamente), é bi-volt, tem garantia 1 ano para o console e 3 meses para os cartuchos. E gostaria de atentar para o consumo: apenas 1,7W, menos que muitos aparelhos em Stand By, e pouquíssimo comparado aos consoles de última geração como Playstation 3 e XBox 360 e seu consumo absurdo de energia.

O preço sugerido do console será R$ 239,00 segundo a Outerspace, um tanto alto para um console antigo e incompleto. Provavelmente terá como público-alvo os pais desinformados cujo filho novinho quer “um videogame” e qualquer um dos vendidos nas Casas Bahia deve servir. Mas que vai vender vai, bom pra Tec Toy.

Lista completa de jogos:

Acerte o Alvo
Action Figther™
Aerial Assault™
Alex Kidd High Tech World™
Alex Kidd in Miracle World™
Alex Kidd in Shinobi World™
Alex Kidd in the Lost Stars™
Alien Syndrome™
Aquaduto
Arqueiros
Astro Warrior™
Ataque dos Vermes
Aventuras na Floresta
Aztec Adventure™
Baku Baku Animal™
Bank Panic™
Batalha Animal
Batalha no Mar
Battle Outrun™
Black Belt™
Bolas e Cores
Bolhas
Bombeiros
Bomber Raid™
Bonanza Bros™
Bubble Bobble™
Cava Cava
Chase HQ™
Coletânea 20 em 1
Columns™
Creature Capture
Cyber Shinobi™
Domine o Território
Dominó
Double Target™
Dr. Limpeza
Dragon Crystal™
Enduro Racer™
Eswat - City Under Siege™
Fábrica de Chocolate
Fantasy Zone™
Fantasy Zone 2™
Fantasy Zone 3™
Gain Ground™
Galactic Protector™
Ghost House™
Global Defense™
Gloc™
Golden Axe™
Golf Mania™
Great Soccer™
Hang On™
Hexágono
Hockey de Mesa
Icepost Rescue
Junte 4
Kenseiden™
Kung Fu Kid™
Lord of the Sword™
Machinegun Joe™
Master Pinball
Master Pong
Maze Walker™
Memoria Master
Mina Terrestre
Minerador
My Hero™
Nim
Os 12 trabalhos de jongo
Outsiders
Putt & Putter™
Rainbow Islands™
Rastan Saga™
Renegade™
Resta Um
Satellite7™
Scramble Spirits™
Secret Commando™
Senha
Serpentes
Shadow Dancer™
Shinobi™
Slap Shot™
Snowball
Sonic Drift 2™
Sonic™
Special Criminal Investigation™
Sudoku
Super Space Invaders™
Super Tennis™
Tangram
Tanques
The Newzealand Story™
The Ninja™
Thunder Blade™
Transbot™
Woody Pop™
World Grand Prix™

Visite a Master Land para ver um site completo (porém desatualizado) sobre Master System.

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jan 31

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Esse post é baseado em uma resposta que escrevi para um pessoal da comunidade Mega Drive no Orkut que ficaram indignados com esse post do De Repente.

Ao contrário do pessoal, não vi nada de errado no post do cara.

Eu tenho um Mega Drive III da Tec Toy, e anteriormente tive um Sega Genesis americano que fiz a cagada de vender.

O Mega Drive III é um Mega Drive, mas não tem aquele mesmo valor para colecionador que a versão original do console.

Da mesma forma o novo Master System também não tem o mesmo valor, já que perdeu inclusive a entrada de óculos 3D.

Acho legal a Tec Toy continuar vendendo esses consoles, mas acho que essas versões já perderam a identidade, mudaram a cor, no caso do Master System mudaram o joystick. Ambos tem um slot pra cartucho que praticamente só serve de enfeite, a menos que você compre jogos usados, já que a Tec Toy não vende mais cartucho nenhum. Os acessórios legais do Master System: pistola light phaser, óculos 3D, joysticks diferentes, também sumiram.

Enfim, ter um desses consoles tem o mesmo valor pra colecionador que um Polystation para um colecionador de Nintendo. Pra quem não sabe Polystation é aquele NES bizarro com design de Playstation.

Enfim, a Tec Toy só mantém os consoles para ganhar mais um pouco em cima dos pais que vão comprar o primeiro videogame para o filho, já que se iludem com a propaganda dos trocentos jogos na memória. Colecionador não dá dinheiro pra Tec Toy (são poucos) e vender acessório e cartuchos dá menos ainda.

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nov 08

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  • A dificuldade voltou a ser a do Pro Evolution Soccer 6, bem mais difícil que o Pro Evolution Soccer Winning Eleven 2007
  • Tem opção de textos em português, porém é português de Portugal, que contém termos as vezes mais difíceis de entender do que o inglês com que já estamos acostumados.
  • Tem texto em português, mas não tem narração em português.
  • O comentarista não existe mais.
  • Não tem resoluções wide nativas, 1440×900 por exemplo, só com um patch não oficial é que se tem essa opção, ridículo hein Konami?
  • Está bem mais pesado, as vezes dá umas travadas quando a camera se aproxima, isso em uma NVidia 7600GT
  • A torcida atrás dos gols é de papelão, não tem volume, ridículo.
  • A instalação demora umas horas
  • Prometeram o São Paulo, mas não cumpriram, de time nacional só o Internacional

Resumindo: é bom, mas eu esperava mais, principalmente que os defeitos da versão anterior fossem corrigidos, não ter resoluções wide e aquela torcida de papelão ficaram trash.

Editado: esqueci de acrescentar mais duas coisas:

  • Quando jogamos com o joystick no Windows Vista, o descanso de tela entra normalmente após o tempo determinado sem mexer com o mouse e o teclado, o que é irritante e é um bug que já vem da versão anterior e não foi corrigido.
  • O audio finalmente usa 5.1 canais, a voz do narrador fica no central enquanto os gritos da torcida se espalham pelos outros, bem como os gritos do jogadores no campo.

Editado 2: mais uma atualização: tem comentarista sim, mas ele se manifesta bem pouco. Pelo menos não fica menos repetitivo, o que era meio irritante na última versão.
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Now playing on Winamp: Ron Kenoly - Hallowed Be Your Name
via FoxyTunes

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